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03
fev
10

Google prepara tablet para concorrer com iPad

O designer do Google, Glen Murphy, mostrou no site da empresa um vídeo com imagens do que poderia ser o tablet do Google. Se os rumores se confirmarem, o aparelho será concorrente direto ao iPad da Apple.

As informações sobre o tablet ainda são desencontradas, para o jornal “Telegraph” o aparelhos terá o sistema Chrome OS e vai precisar de uma tela entre 5 e 10 polegadas; já o site “TechCrunch” avalia que o aparelho do Google teria tela ainda maior que as 9,7 polegadas do iPad da Apple.

O aparelho também teria uma interface de toque na tela para permitir aos usuários manipular facilmente programas e softwares, arrastando e alterando tamanho de janelas com as mãos.

A novidade pode esquentar ainda mais a relação entre o Google e a Apple. Segundo a Folha Online, Steve Jobs, executivo-chefe da Apple, estaria nervoso com o Google por a empresa ter “invadido seu território” ao lançar o celular Nexus One, concorrente ao iPhone –da Apple.

Informações Folha Online

Fonte: Adnews

02
fev
10

Google anuncia fim do suporte ao Internet Explorer 6

Aplicativos da empresa deixarão de funcionar corretamente no IE6 ainda este ano.
Após a própria Microsoft iniciar uma campanha para que seus clientes abandonem o IE6 e migrem para edições mais novas do navegador, agora a gigante Google também anuncia que seus aplicativos deixarão de funcionar corretamente neste browser.
Por mais que esta versão continue sendo utilizada por muitos usuários, várias empresas começam a deixar claro que este aplicativo deve ser deixado de lado.
Desta vez foi a Google que divulgou que suas ferramentas não irão mais rodar sobre essa plataforma.
Segundo o site Life Hacker, a empresa enviou e-mails para sua lista de suporte técnico dizendo que devido ao fato de que o Internet Explorer 6 não possui suporte às novas tecnologias adotadas em melhorias recentes, seus aplicativos não irão, portanto, funcionar corretamente neste navegador.
As inovações incluem a execução mais rápida de códigos em JavaScript, além de padrões em HTML 5, nova tecnologia de interpretação de páginas da web que promete explorar ao máximo os avançados recursos multimídia já existentes no mercado.
“Como resultado destas melhorias, ao longo de 2010 iremos retirar o suporte ao Microsoft Internet Explorer 6.0, bem como outros navegadores antigos que não são suportados pelos seus próprios fabricantes.” – afirma o comunicado.
O processo será gradual e terá início no dia 1º de março de 2010, quando serão atualizados os aplicativos Google Docs e Google Sites. A partir deste momento algumas funcionalidades podem parar de funcionar no IE6.
No decorrer do ano, mas ainda sem data prevista, será a vez do Gmail e Google Calendar.
Vale lembrar que os softwares continuarão a funcionar corretamente em navegadores como Internet Explorer 7 ou superior, Firefox 3.0 e suas versões posteriores, Google Chrome 4.0 ou superior bem como o Safari 3.0 e suas edições seguintes.
Fonte: Geek
02
fev
10

ONU pede tratado para evitar uma “guerra na internet”

O mundo precisa de um tratado para se defender dos ciberataques antes que eles se transformem em uma ciberguerra ou guerra na internet, declarou neste sábado (30) no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, o chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré.
Os ataques contra o Google, ocorridos na China segundo o próprio site de busca norte-americano, entraram na pauta de discussões do Fórum Econômico Mundial, que termina neste domingo na estação de esqui dos Alpes suíços.
Sobre o tema, o secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré, disse que o risco de um conflito entre dois países através da internet aumenta a cada ano.
Com essa situação, Touré propôs um tratado no qual as partes se comprometam a não lançar um primeiro “ciberataque” contra outra.
“Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe”, declarou Touré.
O acordo internacional “seria parecido com um tratado de guerra antes de uma guerra”, acrescentou.
Entretanto, John Negroponte, ex-diretor da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA) durante a administração de George W. Bush, disse que os serviços secretos das potências mundiais seriam os primeiros a “fazerem ressalvas” a essa idéia.
Já Susan Collins, uma senadora republicana e membro das comissões de Defesa e Interior no Senado norte-americano, estimou que a perspectiva de que um ataque através da internet desencadeie uma guerra deve ser feita agora em consideração a seu país.
“Se alguém bombardeia nossa rede elétrica e vemos os responsáveis fazerem isso, claramente é um ato de guerra”, assinalou.
“Se o mesmo país utiliza computadores sofisticados para desativar a nossa rede elétrica, creio realmente que não estamos longe de dizer que se trata de uma guerra”, acrescentou.
Segundo Craig Mundie, diretor de investigação da Microsoft, “há menos de dez países no mundo cuja capacidade informática é sofisticada o suficiente para produzir ciberataques, que podem ainda fazer com que eles pareçam vindos de qualquer parte”.
China, Estados Unidos e Rússia são parte dos 20 países que se encontram envolvidos em uma corrida armamentista no ciberespaço e que se preparam para possíveis hostilidades via internet, indicou na quinta-feira em Davos o presidente da companhia de segurança de rede McAfee, Dave DeWalt.
Para a McAfee, o recente ataque contra o Google ilustra a mudança de infraestrutura dos governos em matéria de espionagem e ataques em uma ofensiva que é “comercial por natureza”.
O último informe da McAfee, que guarda informações de cerca de 600 empresas de telecomunicações e informática, revelou que 60% dos consultados acreditam que representantes de governos estrangeiros estejam envolvidos em operações para invadir suas estruturas.
Informções France Press
 
Fonte: AdNews
02
fev
10

Telefônica lança banda larga popular a R$ 29,80

A Telefônica assinou o Programa de Banda Larga Popular do Governo de São Paulo. O serviço será comercializado a partir do dia 24 de fevereiro inicialmente na cidade de São Paulo e região do ABC, mas ao longo de 2010 será estendido para o interior paulista. (Participe de enquete do Adnews sobre o tema).
A novidade foi divulgada na Campus Party 2010, evento de tecnologia que aconteceu em São Paulo. A mensalidade do serviço custará R$ 29,80 para a contratação da velocidade de internet de 256 Kbps, além do modem, instalação e provedor gratuitos. Na capital, a tecnologia utilizada será a de cabos coaxiais, enquanto na região do ABC e interior paulista, a rede será fornecida via WiMesh.
“Não serão cobrados serviços adicionais junto com o pacote de internet”, afirmou o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente.
A expectativa da empresa é ter de 60 a 100 mil conexões da banda larga popular até o final deste ano. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 2,5 milhões de residências no estado de São Paulo como potenciais alvos da banda larga popular. Desse total, cerca de 1,8 milhão de casas possuem conexão discada e as demais têm computador sem internet.
A Telefônica aderiu ao projeto de Banda Larga do governo, apenas três meses e meio após seu lançamento. O atraso na adesão da Telefônica ao programa derivou, segundo informou o secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo Costa, do entendimento, pela empresa, de que poderia oferecer o serviço apenas para quem já fosse seu cliente. O governo não permitia essa limitação.
Ao ser questionado sobre a baixa velocidade oferecida aos usuários no pacote popular, Costa, afirma: “Acredito que não é frustrante, porque corresponde a quatro vezes mais que uma conexão discada, além de ser uma velocidade boa para o público alvo do projeto”.
Net saiu na frente
Em 23 de dezembro do ano passado, a Net iniciou a venda da internet rápida popular para 48 cidades do Estado de São Paulo, com mensalidade de 29,80 reais. O serviço tem velocidade de transmissão de dados de 200 Kbps, taxa de instalação e provedor gratuitos, com modem cedido em comodato.
Além do plano básico, que obedece ao decreto do governo paulista, a empresa também passou a comercializar para o mesmo público um pacote combinado à internet de 200 Kbps com telefone fixo e TV a cabo, por R$ R$ 39,90.
Projeto paulista
O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de outubro pelo governador José Serra, para permitir acesso rápido à Internet de até 1 Mbps pelo preço máximo de R$ 29,80 mensais, em vez dos cerca de 50 reais cobrados usualmente em pacotes básicos de banda larga. A redução do preço foi possibilitada pela isenção da cobrança de ICMS das operadoras que aderiram ao plano.
Segundo dados divulgados pelo governo paulista na época, o mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 700 mil casas possuem computador sem Internet e as demais ainda utilizam conexão discada.
Informações UOL e Plantão Info
27
jan
10

Bill Gates defende e acusa Google por censura na China

Na sua luta contra a censura na China, o Google recebeu apoio de um inesperado aliado: Bill Gates. Afastado do comando da Microsoft, mas ainda o maior detentor de suas ações, Gates, numa entrevista ao jornal The New York Times, defendeu o rival, mas também não deixou de alfinetá-lo. “Eles não fizeram nada (para evitar a censura) e merecem bastante crédito por ela”, disse.

Desde os ataques de hackers, supostamente chineses, o Google e o governo da China se desentendem a respeito da censura às buscas. Em 2006, ao entrar no mercado chinês, o Google aceitou censurar dezenas de expressões e temas, como o massacre de Tianamen e a luta pela libertação do Tibet, em seu site. Depois da descoberta de que e-mails de ativistas de direitos humanos foram espionados, o Google passou a denunciar a censura.

Bill Gates, no entanto, ironizou a ameaça do Google de deixar a China, lembrando que praticamente todos os países têm algum tipo de lei ou política controversa sobre a internet, inclusive os Estados Unidos, onde a companhia domina 66% das buscas. “Agora, se o Google escolher deixar os Estados Unidos, dou a eles o crédito”.

Ele também rejeita a especulação de que o Google é monopolista. “Eu não chamaria ninguém de monopolista”, disse Gates, alvo da mesma acusação durante anos – até o surgimento da companhia rival. Gates preferiu definir o Google como uma “companhia hiper bem sucedida”, colocando-a na pequena elite das empresas de tecnologia: IBM, AT&T e Microsoft.

Fonte: Terra Tecnologia

25
jan
10

GFT lança no Brasil plataforma para bancos atuarem com web 2.0

Integração, segurança e flexibilidade são alguns dos principais aspectos que a desenvolvedora inclui na sua estratégia para implementar o sistema em bancos varejistas.

A GFT, empresa internacional de TI no setor financeiro, apresenta no Brasil uma proposta de plataforma que possa atender a projetos de introdução à web 2.0 no sistema bancário. Como primeiro passo, a desenvolvedora orienta que as instituições determinem as oportunidades da nova rede para a organização.

Para a implementação seja feita, é necessário partir de duas principais premissas: a primeira é uma visão geral do que a nova tecnologia da internet pode trazer à instituição financeira e a segunda sobre uma compreensão profunda dos processos e sistemas existentes para suportar a estratégia. As definições são consideradas as bases para transformar os procedimentos em atividades sustentáveis, que trarão valor a partir da adoção do modelo de negócio.

A plataforma desenvolvida pela companhia envolve desde a manutenção dos requisitos de segurança, até o apoio para que a flexibilidade e as funcionalidades desta nova arquitetura não sejam prejudicadas pelo alto controle que essas instituições necessitam.

“Trabalhando em conjunto com o cliente, podemos guiar o processo para alcançar esta evolução, além de suportar a demanda quanto à capacidade técnica, ajudando-o na obtenção dos benefícios com a adoção da interatividade”, diz Carlos Eres, diretor geral da GFT do Sul da Europa e Américas.

Sem citar nome, a companhia divulgou que uma instituição financeira européia contou com os serviços de desenvolvimento da GFT para atender ao desafio de migrar sua aplicação atual, que contava com 3,5 milhões de clientes online e 2 bilhões de transações por ano, para uma plataforma que incorporasse web 2.0 para melhor satisfazer os clientes.

Fonte: IPNews
25
jan
10

Yahoo apoia Google em sua possível saída da China

O Yahoo anunciou nesta quarta-feira que apoia seu concorrente Google em sua possível saída da China devido aos ataques coordenados por hackers chineses contra contas do Gmail, o serviço de email do Google, de ativistas de defesa de direitos humanos. Através de um comunicado, o Yahoo disse que está “de acordo” com a reação do Google ao ataque dos hackers. O Google prometeu deixar de censurar as buscas realizadas por seus usuários na China, em um claro desafio ao governo do país. A manobra pode levar o Google a retirar totalmente seus negócios da China. O Yahoo, sediado em Sunnyvale, na Califórnia, encerrou suas atividades na China em 2005, quando vendeu seus negócios ao Grupo Alibaba. Como parte do acordo, o Yahoo possui 39% do Alibaba, uma das empresas mais rentáveis do Yahoo. Um porta-voz do Yahoo se negou a afirmar que a solidariedade da empresa com o Google levaria a empresa a vender sua participação no Alibaba. Nesta terça-feira, David Drummond, chefe da divisão legal do Google, disse que a empresa estava “revisando a viabilidade de suas operações na China” após um ciberataque cometido contra o site no país asiático. O subdiretor do Centro de Denúncia de Informação Ilegal na Internet não quis comentar sobre o assunto, que é de grande repercussão pelo Google ser a primeira multinacional a ameaçar não se submeter à censura do governo chinês. Apesar das declarações de Drummond, a versão chinesa do Google (“google.cn”) ainda hoje restringia algumas buscas “de acordo com as leis locais”, ou seja, sobre conteúdos que não mostram um lado favorável do regime, como direitos humanos, dissidência política, repressão no Tibete e em Xinjiang ou o massacre da Praça da Paz Celestial de 1989, entre outros. A ameaça do Google foi muito bem recebida entre organizações de direitos humanos, como a Human Rights Watch (HRW), que considerou esse passo como “um anúncio sem precedentes”.

Fonte: Terra Espanha

23
jan
10

Microsoft alerta para bug que existe há 17 anos no Windows

Falha no Virtual DOS Machine, lançado com o Windows NT, afeta todas as versões de 32 bits do Windows e pode ser explorada por invasores.

Uma falha existente há 17 anos no núcleo do sistema operacional Windows de 32 bits pode ser explorada por invasores para sequestrar PCs remotamente, alertou a Microsoft na quarta-feira (20/1).
A vulnerabilidade, que tem a mesma idade do Windows NT – primeira versão de 32 bits do sistema operacional da Microsoft, lançada em 1993 – reside no subsistema Windows Virtual DOS Machine (VDM) e foi descoberta pelo grande rival da Microsoft, o Google, na terça-feira (19/1).
O engenheiro do Google, Tavis Ormandy, que detalhou o bug em uma lista de segurança na internet, diz ter informado a Microsoft sobre a existência da falha há sete meses. Ele também recebeu créditos por ter alertado a Microsoft sobre uma falha corrigida pela empresa no pacote de atualizações mensais Patch Tuesday, divulgado na semana passada.

O VDM permite que versões anteriores ao Windows NT e outras versões mais antigas do sistema operacional rodem softwares em DOS e em versões do Windows de 16 bits. A primeira versão do Windows, em DOS, foi lançada em 1981.

Em seu alerta, a Microsoft recomendou que todos os usuários do sistema afetado – presente em todas as edições de 32 bits do Windows, incluindo o novo Windows 7 – desabilitem o VDM, como solução temporária. As versões de 64 bits do Windows não estão vulneráveis.

Este é o segundo alerta de segurança anunciado pela Microsoft nos últimos sete dias. A empresa informou que vai lançar uma correção de segurança, nesta quinta-feira (21/1), para uma falha no Internet Explorer, que já tem sido explorada  por crackers em sites maliciosos. A brecha foi usada para promover ataques aos sistemas do Google e de outras 33 empresas, em dezembro de 2009.

Explorando a antiga falha no Windows, “um invasor pode rodar códigos arbitrariamente no kernel do sistema”, informa o alerta da Microsoft. “Em seguida, ele pode instalar programas, visualizar, modificar ou apagar dados; ou criar novas contas com direito de administrador liberado.”

A Microsoft classificou a falha como “importante”, que é o segundo nível de periculosidade de uma brecha após a classificação “crítica”. O gerente de programas do Microsoft Security Response Center (MSRC), Jerry Bryant, informou, entretanto, que a empresa não registrou qualquer ataque que explorasse o bug e minimizou o risco da antiga falha. “Para explorar esta vulnerabilidade, o invasor deve ter acesso a uma conta no sistema”.

Ainda não há data de correção para o problema no VDM, mas espera-se que a solução seja integrada ao próximo Patch Tuesday, agendado para 9 de fevereiro.

Fonte: IDG Now!

21
jan
10

Oracle ganha aval da União Europeia para comprar Sun

A companhia norte-americana de software Oracle obteve nesta quinta-feira aprovação incondicional da União Europeia para a compra da fabricante de computadores e produtora de software Sun Microsystems, por 7 bilhões de dólares.

A Oracle, segunda maior produtora mundial de software corporativo, recebeu luz verde em agosto do ano passado do Departamento de Justiça dos Estados Unidos para adquirir a Sun, criadora do Java, uma das linguagens de programação mais usadas do mundo.

A Comissão Europeia começou uma profunda investigação sobre o acordo em setembro, citando preocupações sobre o impacto competitivo na base de dados MySQL da Sun.

“Estou Satisfeita que a competição e inovação serão preservadas em todos os mercados considerados. A aquisição da Sun pela Oracle tem o potencial de revitalizar ativos importantes e criar novos e inovadores produtos”, afirmou a comissária de defesa da concorrência da UE, Neelie Kroes, em comunicado.

Fonte: Terra Tecnologia

21
jan
10

YouTube testa vídeos em HTML5

O YouTube lançou esta semana uma versão experimental do site que usa o padrão HTML5 para reproduzir vídeos, no lugar do Adobe Flash. O site diz que o uso do HTML5 está na lista dos recursos mais pedidos pelos usuários do site.

Na prática, o HTML5 usa outro tipo de codificação de áudio e vídeo para mostrar os vídeos em sites sem precisar baixar plug-ins. Entretanto, não são todos os navegadores que são compatíveis com HTML5: por enquanto, apenas Google Chrome, Apple Safari e o ChromeFrame no Internet Explorer conseguem mostrar páginas feitas em HTML5 com a tab video e compatibilidade com o formato h.264.

Além da limitação dos browsers, existe a restrição de alguns recursos do YouTube nos vídeos em HTML5. Não é possível mostrar anúncios nos vídeos, nem legendas e anotações, segundo o YouTube. Quem quiser testar o novo recurso pode acessar o endereço www.youtube.com/html5.

Fonte: Terra Tecnologia




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