Arquivo para a categoria 'Windows'

25
abr
10

Tribunal Alemão Concede Patente para Microsoft

A Microsoft acaba de conquistar mais uma vitória nos tribunais, em mais um recente caso de patentes. O Tribunal de recursos da Alemanha acabou de anular uma decisão do Tribunal Federal Alemão de Patentes, que declarava que a patente da Microsoft referente ao arquivo File Allocation Table (FAT) era inválida. Neste julgamento realizado na terça-feira (dia 20 de abril de 2010), de número X ZR 27/07, a décima divisão cívil da corte localizada em Karlsruhe, confirmou a aplicabilidade dos direitos comerciais da empresa na Alemanha. A razão ainda não foi publicada, mas a decisão já foi confirmada através de um curto comunicado via imprensa local.

Para variar, o caso envolvia os direitos de patente para um namespace comum, tanto para nomes de arquivos longos ou curtos, e foi conferido o número EP 0618540 pelo Escritório de Patentes Europeu. A mesma patente é baseada na patente americana número 5,758,352. O namespace comum revolve o problema de nomes de arquivos curtos, constituídos por um máximo de 8 caracteres, que são comumente encontrados em sistemas operacionais antigos como o MS_DOS. A empresa havia solicitado a proteção de patente para o processo de link para uma segunda entrada de diretório para esse nome de arquivo curto, permitindo assim um acesso em mão-dupla para a informação correspondente.

Para quem não lembra, em 2007, o Tribunal Federal Alemão de Patentes havia declarado que essa invenção não tinha direito à proteção sob a Lei Européia. A justificativa? O Tribunal alegou que o processo não foi resultado de uma atividade inventiva. O mesmo havia considerado que o método patenteado em particular, já havia sido sugerido por especificações como a Rock Ridge Interchange Protocol (RRIP), para a leitura de arquivos gravados em CD-ROMs. Por sinal, a primeira versão dessa técnica data de 24 de julho de 1991, e o grupo por trás do protocolo já havia se encarregado de estender o padrão ISO-9660 para entradas de diretório, para que assim fosse possível acessar o conteúdo de CD-ROMs utilizando a semântica do sistema de arquivos POSIX. E isso, de acordo com o tribunal, envolvia determinar a localização de onde um arquivo está armazenado, utilizando esse processo patenteado pela Microsoft.

O curioso é que o Tribunal de Apelações da Alemanha alegou que não foi capaz de compreender a interpretação do tribunal inferior. A mesma informou que é preciso ter uma visão diferente do significado de patente, e observa que o método da patente permitiu à Microsoft introduzir o sistema de arquivos VFAT no Windows 95. Esse método permite o uso de nomes de arquivo longos, mas se mantém compatível com o sistema de arquivos FAT original.

De acordo com o tribunal, a solução foi possível através do uso de campos de atributo do arquivo, no processo de armazenamento de nomes de arquivo longos. isso fazia com que a entrada do nome fosse ignorada no processamento de dados utilizando ese sistema. Ainda de acordo com o tribunal, o método da patente é para armazenar duas entradas de diretório independentes, uma com um nome de arquivo c urto, e outra com um nome de arquivo longo. Já em contrapartida, no RRIP, ambos os nomes estão contidos na entrada do mesmo diretório. Com isso, o Tribunal mostoru que o inventor dessa patente viria a enfrentear outros problemas para superar o limite de oito caracteres nos nomes de arquivos no sistema.

A decisão do Tribunal de Apelação sobre o recurso apresentado acabou seguindo a mesma linha de raciocínio do escritório de patentes americano que havia concedido essa patente sobre o FAT para a Microsoft. No início de 2006, após longas deliberações, foi confirmado a proteção conferida a patente americana de número 5,579,517, reinvindicando que o desenvolvimento era novo e inventivo.

Todos nós, desenvolvedores sabemos o quão nocivo são as patentes de software, que a cada dia que passa contribuem mais e mais para a estagnação do desenvolvimento em nossa sociedade. Então aqui vai um apelo: sempre efetue a patente de seus softwares por meio de licenças livres, como uma forma não somente de protesto, mas um verdadeiro contra-ataque a esse mercado injusto e desleal.

08
fev
10

Devour: novo smartphone com Android chega em março nos EUA

A Motorola começa a vender em março nos Estados Unidos mais um smartphone com sistema operacional Android, o Devour. O modelo conta com tela sensível ao toque e teclado QWERTY integrado, além da plataforma Blur, que integra várias redes sociais em um único aplicativo no celular.

O Devour, com Android 1.6, será vendido pela operadora Verizon Wireless, que ainda usa a tecnologia CDMA para redes de celular. Entretanto, a própria Motorola já vende, nos EUA e no Brasil, o Droid/Milestone, com a versão 2.0 do sistema, mais avançada.

O smartphone vem com câmera de 3 megapixels, tela de 3,1 polegadas (resolução de 320 x 480 pontos), acesso aos aplicativos do Google e do Android Market, GPS, Wi-Fi e Bluetooth, além de conexão USB 2.0 para recarga da bateria e conexão ao computador.

O serviço MotoBlur integra redes sociais ao Devour, com widgets na tela principal do aparelho que dão acesso a e-mails, Facebook e Twitter, unificando agendas, mensagens e contatos. Em caso de perda ou roubo do aparelho, é possível apagar os dados à distância usando os recursos do MotoBlur. O preço do aparelho não foi divulgado.

Fonte: Terra Tecnologia

02
fev
10

Telefônica lança banda larga popular a R$ 29,80

A Telefônica assinou o Programa de Banda Larga Popular do Governo de São Paulo. O serviço será comercializado a partir do dia 24 de fevereiro inicialmente na cidade de São Paulo e região do ABC, mas ao longo de 2010 será estendido para o interior paulista. (Participe de enquete do Adnews sobre o tema).
A novidade foi divulgada na Campus Party 2010, evento de tecnologia que aconteceu em São Paulo. A mensalidade do serviço custará R$ 29,80 para a contratação da velocidade de internet de 256 Kbps, além do modem, instalação e provedor gratuitos. Na capital, a tecnologia utilizada será a de cabos coaxiais, enquanto na região do ABC e interior paulista, a rede será fornecida via WiMesh.
“Não serão cobrados serviços adicionais junto com o pacote de internet”, afirmou o presidente da Telefônica, Antonio Carlos Valente.
A expectativa da empresa é ter de 60 a 100 mil conexões da banda larga popular até o final deste ano. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam 2,5 milhões de residências no estado de São Paulo como potenciais alvos da banda larga popular. Desse total, cerca de 1,8 milhão de casas possuem conexão discada e as demais têm computador sem internet.
A Telefônica aderiu ao projeto de Banda Larga do governo, apenas três meses e meio após seu lançamento. O atraso na adesão da Telefônica ao programa derivou, segundo informou o secretário da Fazenda paulista, Mauro Ricardo Costa, do entendimento, pela empresa, de que poderia oferecer o serviço apenas para quem já fosse seu cliente. O governo não permitia essa limitação.
Ao ser questionado sobre a baixa velocidade oferecida aos usuários no pacote popular, Costa, afirma: “Acredito que não é frustrante, porque corresponde a quatro vezes mais que uma conexão discada, além de ser uma velocidade boa para o público alvo do projeto”.
Net saiu na frente
Em 23 de dezembro do ano passado, a Net iniciou a venda da internet rápida popular para 48 cidades do Estado de São Paulo, com mensalidade de 29,80 reais. O serviço tem velocidade de transmissão de dados de 200 Kbps, taxa de instalação e provedor gratuitos, com modem cedido em comodato.
Além do plano básico, que obedece ao decreto do governo paulista, a empresa também passou a comercializar para o mesmo público um pacote combinado à internet de 200 Kbps com telefone fixo e TV a cabo, por R$ R$ 39,90.
Projeto paulista
O Programa Banda Larga Popular foi lançado em 15 de outubro pelo governador José Serra, para permitir acesso rápido à Internet de até 1 Mbps pelo preço máximo de R$ 29,80 mensais, em vez dos cerca de 50 reais cobrados usualmente em pacotes básicos de banda larga. A redução do preço foi possibilitada pela isenção da cobrança de ICMS das operadoras que aderiram ao plano.
Segundo dados divulgados pelo governo paulista na época, o mercado potencial abrange 2,5 milhões de residências. Desse universo, cerca de 700 mil casas possuem computador sem Internet e as demais ainda utilizam conexão discada.
Informações UOL e Plantão Info
27
jan
10

Bill Gates defende e acusa Google por censura na China

Na sua luta contra a censura na China, o Google recebeu apoio de um inesperado aliado: Bill Gates. Afastado do comando da Microsoft, mas ainda o maior detentor de suas ações, Gates, numa entrevista ao jornal The New York Times, defendeu o rival, mas também não deixou de alfinetá-lo. “Eles não fizeram nada (para evitar a censura) e merecem bastante crédito por ela”, disse.

Desde os ataques de hackers, supostamente chineses, o Google e o governo da China se desentendem a respeito da censura às buscas. Em 2006, ao entrar no mercado chinês, o Google aceitou censurar dezenas de expressões e temas, como o massacre de Tianamen e a luta pela libertação do Tibet, em seu site. Depois da descoberta de que e-mails de ativistas de direitos humanos foram espionados, o Google passou a denunciar a censura.

Bill Gates, no entanto, ironizou a ameaça do Google de deixar a China, lembrando que praticamente todos os países têm algum tipo de lei ou política controversa sobre a internet, inclusive os Estados Unidos, onde a companhia domina 66% das buscas. “Agora, se o Google escolher deixar os Estados Unidos, dou a eles o crédito”.

Ele também rejeita a especulação de que o Google é monopolista. “Eu não chamaria ninguém de monopolista”, disse Gates, alvo da mesma acusação durante anos – até o surgimento da companhia rival. Gates preferiu definir o Google como uma “companhia hiper bem sucedida”, colocando-a na pequena elite das empresas de tecnologia: IBM, AT&T e Microsoft.

Fonte: Terra Tecnologia

23
jan
10

Microsoft alerta para bug que existe há 17 anos no Windows

Falha no Virtual DOS Machine, lançado com o Windows NT, afeta todas as versões de 32 bits do Windows e pode ser explorada por invasores.

Uma falha existente há 17 anos no núcleo do sistema operacional Windows de 32 bits pode ser explorada por invasores para sequestrar PCs remotamente, alertou a Microsoft na quarta-feira (20/1).
A vulnerabilidade, que tem a mesma idade do Windows NT – primeira versão de 32 bits do sistema operacional da Microsoft, lançada em 1993 – reside no subsistema Windows Virtual DOS Machine (VDM) e foi descoberta pelo grande rival da Microsoft, o Google, na terça-feira (19/1).
O engenheiro do Google, Tavis Ormandy, que detalhou o bug em uma lista de segurança na internet, diz ter informado a Microsoft sobre a existência da falha há sete meses. Ele também recebeu créditos por ter alertado a Microsoft sobre uma falha corrigida pela empresa no pacote de atualizações mensais Patch Tuesday, divulgado na semana passada.

O VDM permite que versões anteriores ao Windows NT e outras versões mais antigas do sistema operacional rodem softwares em DOS e em versões do Windows de 16 bits. A primeira versão do Windows, em DOS, foi lançada em 1981.

Em seu alerta, a Microsoft recomendou que todos os usuários do sistema afetado – presente em todas as edições de 32 bits do Windows, incluindo o novo Windows 7 – desabilitem o VDM, como solução temporária. As versões de 64 bits do Windows não estão vulneráveis.

Este é o segundo alerta de segurança anunciado pela Microsoft nos últimos sete dias. A empresa informou que vai lançar uma correção de segurança, nesta quinta-feira (21/1), para uma falha no Internet Explorer, que já tem sido explorada  por crackers em sites maliciosos. A brecha foi usada para promover ataques aos sistemas do Google e de outras 33 empresas, em dezembro de 2009.

Explorando a antiga falha no Windows, “um invasor pode rodar códigos arbitrariamente no kernel do sistema”, informa o alerta da Microsoft. “Em seguida, ele pode instalar programas, visualizar, modificar ou apagar dados; ou criar novas contas com direito de administrador liberado.”

A Microsoft classificou a falha como “importante”, que é o segundo nível de periculosidade de uma brecha após a classificação “crítica”. O gerente de programas do Microsoft Security Response Center (MSRC), Jerry Bryant, informou, entretanto, que a empresa não registrou qualquer ataque que explorasse o bug e minimizou o risco da antiga falha. “Para explorar esta vulnerabilidade, o invasor deve ter acesso a uma conta no sistema”.

Ainda não há data de correção para o problema no VDM, mas espera-se que a solução seja integrada ao próximo Patch Tuesday, agendado para 9 de fevereiro.

Fonte: IDG Now!

11
jan
10

Presidente da Microsoft apresenta novo tablet da HP

A Microsoft saiu na frente e revelou um novo computador tablet da Hewlett-Packard, antes mesmo da Apple entrar nesse segmento. Steve Ballmer, presidente-executivo da Microsoft, passou apenas um vídeo para mostrar a novidade durante a feira de tecnologia CES, em Las Vegas.

“Esse computador portátil, que estará disponível ainda este ano, vai despertar muito entusiasmo entre os consumidores, imagino”, disse Ballmer. Mas, os analistas não se mostraram tão entusiasmados com o lançamento, já que o aparelho da Apple deve ser apresentado logo no dia 27 de janeiro e é mais aguardado pelo mercado. Além disso, o portátil não é muito inovador, pois não é um Courrier e sim um PC de tela simples que roda o Windows 7 e tem tela multitoque.

Ballmer não especificou preços ou a data do lançamento do aparelho. Uma reportagem anterior no New York Times afirmava que ele estaria nas lojas na metade de 2010.

Além dele, Kim Caughey, analista sênior na administradora de fundos Fort Pitt Capital Group também estava no evento. Ele anunciou que um novo título da bem sucedida série Halo será lançado este ano, e que o Projeto Natal, um sistema de videogames sensível a movimentos do usuário, estará nas lojas em tempo para a temporada de festas de fim de ano.

Confira o vídeo com a prévia do Tablet da HP:

Fonte: AdNews

06
jan
10

Microsoft anuncia os valores dos pacotes Office 2010

A Microsoft anunciou nesta terça-feira os valores oficiais dos diversos pacotes do Office 2010, trazendo como novidade a possibilidade do consumidor economizar ao adquirir uma licença para os pacotes que venham pré-instalados em computadores.

O Office 2010, ainda em fase de testes, deve chegar a sua versão final em junho deste ano, e apresentará quatro diferentes versões: Home and Student, Home and Business, Professional e uma versão acadêmica do Office Professional.

O pacote Home and Student conta com os quatro principais programas do Office (Word, Excel, PowerPoint e OneNote) e custará US$ 149 na versão completa, ou US$ 119 pelo cartão com a chave do produto. Já o Office Professional Academic, que conta com os quatro programas principais e também o Outlook, Publisher e Access, tem venda exclusiva para educadores e estudantes, e poderá ser encontrado em livrarias dos campi universitários e em alguns revendedores exclusivos por US$ 99. O pacote mais caro, da versão mais completa do Office Professional deve sair por US$ 499, conforme informações do site ABC News.

De acordo com o site Softpedia, os cartões com a chave de produto serão vendidos a um valor mais em conta, mas possuem suas limitações. Estes deverão ser usados apenas para a ativação de versões do Office que venham pré-instaladas em computadores. Segundo o site CNET News, os cartões são válidos para apenas um computador, enquanto as cópias completas podem ser instaladas em dois ou mais computadores.

Informações mais detalhadas sobre os benefícios e o custo de cada pacote podem ser encontradas no blog oficial do Office 2010 pelo atalho bit.ly/r7XX2.

Fonte: Terra

03
jan
10

Microsoft distribui atualização a fabricantes para manter venda do Word

Um dia após sua apelação ser recusada, Microsoft divulga a integradores pacote que remove tecnologia patenteada do Word 2007 e do Office 2007.

Um dia depois da Justiça recusar sua apelação, a Microsoft começou a distribuir para fabricantes de PCs um software que retira uma tecnologia proprietária do Word 2007 e do Office 2007.

O pacote de atualização deverá ser instalado pelas integradoras em computadores novos que saem de fábrica com algum dos dois softwares, alvos do processo original que motivou a punição à Microsoft, pré-instalado.

Ao invés de parar de vender os softwares, a Microsoft retirará do processador de textos Word a tecnologia, chamada “Custom XML”, que motivou a ação.

O OEM Partner Center, site com informações e softwares para fabricantes e integradores, conta com uma notícia e um link para a atualização de 13 MB.

“A Microsoft divulgou uma atualização para o Office 2007 (outubro de 2009). O pacote é obrigatório para os Estados Unidos”, afirma o comunicado.

”Após esta atualização ser instalada, o Word não lerá mais elementos ‘Custom XML’ em arquivos DOCX, DOCM ou XML. Os arquivos continuarão a abrir, mas qualquer elemento ‘Custom XML’ será removido”, diz a notícia.

Na terça-feira (22/12), a Corte de Apelações do Circuito Federal recusou uma apelação da Microsoft e manteve o veredicto de agosto que impunha multa de 290 milhões de dólares e impedia a venda do Word nos EUA.

O prazo para que a proibição comece no mercado norte-americano é 11 de janeiro.

O processo foi movido pela desenvolvedora canadense i4i, que acusou a Microsoft que infringir patentes suas relativas a um programa programa para editar documentos com as extensões .XML, .DOCX ou .DOCM.

A Microsoft não é obrigada a modificar por atualização de software cópias do Word já compradas.

Fonte: IDG Now!

30
dez
09

Microsoft perde processo sobre patente e fica proibida de vender licenças do Word

A empresa i4i acaba de se sair vitoriosa de um processo judicial que moveu contra a Microsoft sob a acusação de quebra de patente. Este última teria utilizado indevidamente uma tecnologia relacionada ao formato XML que pertence à i4i nas versões 2003 e 2007 do editor de textos Word.

Por conta disso, a Microsoft está impedida de vender licenças do programa nos Estados Unidos que contenham tal recurso a partir de 11 de janeiro de 2010. Além disso, a empresa terá que pagar uma indenização de 290 milhões de dólares. Na verdade, essas decisões haviam sido anunciadas em agosto de 2009, no entanto, a Microsoft recorreu da sentença na ocasião.

A decisão judicial não afeta os usuários que já tenham licenças do Word com a tecnologia da i4i, assim como não afeta a distribuição do Word 2010 (em fase beta), já que esta versão não utiliza o referido recurso. Por meio de um comunicado, a Microsoft afirmou que reconheceu a sentença e que já está trabalhando para remover a funcionalidade patenteada, ao mesmo tempo em que estuda outra opções legais para lidar com o problema.

Referências: InfoWester, CNET NewsMicrosoft PressPass.

24
dez
09

Justiça recusa apelação e Microsoft é proibida de vender Word nos EUA

Corte recusa apelação da Microsoft e confirma tanto multa de US$ 290 milhões como proibição de venda de versões do Word a partir de 2010.

A Corte de Apelações do Circuito Federal recusou uma apelação da Microsoft nesta terça-feira (22/12), mantendo veredicto que proíbe a empresa de distribuir versões do processador de textos Word nos Estados Unidos que infringem patentes.

A Microsoft foi considerada culpada em agosto em processo iniciada pela desenvolvedora canadense i4i, que a acusou de infringir patentes relativos à linguagem XML nos softwares de texto. A i4i identificou suas tecnologias no Word 2003 e 2007.

Segundo a acusação da i4i, patentes de um programa seu para editar documentos com as extensões .XML, .DOCX ou .DOCM foram violadas pela Microsoft no Word.

A apelação negada confirma o veredicto da Corte Distrital do Distrito Oriental do Texas proibindo a venda dos softwares que infringem a tecnologia da i4i a partir de 11 de janeiro de 2010 e estipulando multa de 290 milhões de dólares.

Quem já comprou e utiliza o software não sofrerá qualquer tipo de consequência em relação à determinação da Justiça dos EUA.

A Microsoft afirmou em comunicado que está de movendo rapidamente para cumprir a determinação e para retirar de seus produtos “esta função pouco usada”.

“Por isto mesmo, esperamos ter cópias do Microsoft Word 2007 e Office 2007, com a ferramenta removida, disponíveis para venda e distribuição nos Estados Unidos antes do prazo da decisão”, afirma o comunicado.

A gigante de software, porém, afirma que vem analisando outras possibilidades jurídicas, sem descartar até mesmo uma apelação à Suprema Corte dos Estados Unidos.

Fonte: IDG Now!




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